Crítica: A Culpa é das Estrelas

 “As pessoas vão dizer que é triste o fato de ela deixar uma cicatriz menor, que menos pessoas se lembrem dela, que ela tenha sido muito amada mas não por muita gente. Mas isso não é triste, Van Houten. É triunfante. É heroico. Não é esse o verdadeiro heroísmo? Como dizem os médicos: em primeiro lugar, não cause dano ou mal a alguém.”

 A culpa da é das estrelas (em inglês: The Fault in Our Stars)  é um livro escrito por John Green e publicado em janeiro de 2012. É um daqueles livros que nos faz rir muito e chorar ainda mais. Conta a história da adolescente Hazel que está em câncer terminal e se apaixona por August Waters um garoto que ela conheceu em um grupo de apoio e que já havia superado seu tumor. Esse livro é um daqueles que eu posso pegar e ler umas trinta vezes e mesmo assim vai arrancar lágrimas. Ele é um tanto brutal, triste, mas querendo ou não ele releva a realidade das coisas, ele mostra a realidade de muitas pessoas que lutam para sobreviver ou como August simplesmente para serem lembrados. Ele é lindo. Honestamente acho que não tenho palavras suficientes para descrever. Ele é  perfeito. Como nele mesmo diz “Alguns infinitos são maiores que os outros.” E o tempo que usarmos para ler esse livro é provavelmente um infinito que fará amadurecer.
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