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Crítica: Divergente

divergente

“Meus músculos contraem-se quando entramos no prédio. Há um clima de fome no ar, como se cada aluno de dezesseis anos estivesse tentando devorar o máximo possível deste dia. É bem provável que não caminhemos mais por estes corredores depois da Cerimônia de Escolha. Quando escolhermos nossas novas facções, elas se encarregarão de nos oferecer o restante dos nossos estudos.”

     Divergente  foi um livro que eu não tive a mínima vontade de ler até a curiosidade falar mais alto. O  livro me lembrou muito The Hunger Games e  A Seleção pois os três livros tem algo em comum, há a guerra e também a divisão do povo onde nesta história se denominam facções.

     Durante a história Tris tem que superar muitos medos e a dor por ter abandonado sua família, porém, quando ela pensa que tudo isso vai acabar com o fim do seu treinamento pessoas começam a ser controladas e ela vê uma guerra se formar.

   Tudo mexe com nossas emoções enquanto Tris pouco a pouco vai evoluindo e se tornando poderosa. Há traições, inveja e romance. É tudo muito surpreendente, a história é rápida e cada capítulo é algo que compreendemos.

     A escrita de Veronica Roth  também foi algo que me surpreendeu, em menos de uma página eu já estava presa a leitura de um jeito que poucos livros prendem.  Achei a história incrível e diferente. Talvez não tenha chegado a emocionar mas a vontade de torcer por alguns personagens e simplesmente matar outros já supera tudo. Indico esse livro a todos que gostam de ação e aventura.

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