cidade de papel

Crítica: Cidades de Papel de John Green

 

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“É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.”

Não sei bem o que eu esperava mas John Green está sempre me surpreendendo.  Eu não havia me interessado muito pelo livro Cidades de Papel  mas  a cada página lida minha curiosidade aumentava.

    A história é de um nerd que desde que criança foi apaixonado por uma menina extremamente popular e diferente. Depois de anos com praticamente nenhuma palavra trocada ela aparece na casa dele o chamando para uma pequena aventura. A noite passa e ela desaparece. Comoquase ninguém dá importancia o garoto vai em busca de respostas mergulhando em uma aventura ainda maior.

   Cidades de papel não chega a arrancar lágrimas mas meche com nossas emoções. Ao longo da história nós vemos os personagens encontrarem a sí mesmos de um jeito que confronta toda a normalidade. É uma coisa que acontece dentro de nós e nos envolve muito.

     O modo que os diálogos são postos deixa tudo mais próximo, mais engraçado. A leitura é fácil e leve mas pode acabar fazendo esquecermos tudo ao nosso redor. Eu indico esse livro a todos que gostam de um romance e a qualquer um que goste dese admirável escritor.

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